quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Sete milhões de brasileiros compram pela internet

De acordo com estudo sobre comércio eletrônico encomendado pela Visa e conduzido pela AmericaEconomia Intelligence na América Latina e Caribe (ALC), 7 milhões de internautas, ou 3,7% da população brasileira, já têm o hábito de fazer compras pela internet.Em 2007, as vendas on-line no Brasil alcançaram a marca de US$ 4,89 bilhões, um crescimento de 116% em comparação ao ano de 2005, e um recorde em e-commerce da região América Latina e Caribe. Este aumento deve-se principalmente a um sustentável crescimento econômico, avanços na tecnologia, aumento da penetração de cartões de crédito e mudanças positivas no comportamento do consumidor.“Cada vez mais os cartões de crédito se posicionam como um dos principais aliados para o crescimento do e-commerce, prova disso é que mais de 65% das compras online do Brasil são realizadas com cartões de crédito”, afirma Eduardo Chedid, diretor executivo sênior de Produtos da Visa Brasil. “Por meio de campanhas de marketing, estamos comunicando aos portadores de cartão que as compras pela internet são seguras com cartão Visa”, conclui o executivo.O estudo, que tem como objetivo mostrar a situação atual e as tendências do e-commerce na América Latina e Caribe, apresenta o índice “e-Readiness B2C”, que compara a capacidade das economias da região para desenvolver a demanda por comércio eletrônico.Em 2007, a América Latina chegou a 26,2 pontos no e-Readiness, enquanto que o Brasil chegou a 42,5 pontos. Esse índice, segundo maior da América Latina, pode ser explicado pelo nível de bancarização e pela penetração de cartões de crédito no país.O estudo destacou que, em outros países da América Latina, os e-consumidores superam 12% da população. No Brasil, a cifra de 3,7% é suficiente para colocar o País em primeiro lugar entre os que mais compram pela internet em toda a região, com 45% das e-compras no período.Outro dado importante é que o e-commerce no Brasil representa 0,38% do PIB nacional, acima da média da região de 0,32%, mas ainda distante de economias mais avançadas como os Estados Unidos, onde a penetração alcança 1%.Além do número de e-consumidores, entre os elementos que acompanham o fenômeno das compras pela internet estão as assinaturas de banda larga e os cartões de crédito. Do ponto de vista teórico, na medida em que houver mais conexões de banda larga e quanto melhor a qualidade dessa conexão, haverá mais internautas. E quanto mais internautas com cartões de crédito, mais usuários poderão participar desse mercado. No Brasil, apenas 3,6% da população possui banda larga, já a penetração de cartões de crédito é de 46%, o maior índice da América Latina. O estudo aponta ainda que o Brasil poderá ter um ótimo cenário para continuar em forte expansão no mercado de comércio eletrônico, porém, para isso, precisa ter um pouco mais de atenção ao que se refere à necessidade de aumentar o investimento em infra-estrutura digital para suportar a grande crescente do mercado.

Fonte: http://www.cybermind.com.br/empresa/novidade_detalhe.asp?cod_conteudo=239

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Made in jail

Imagine a expertize brazuca nos carceres daqui... Que nome a grife teria? E mais com certeza sairia da "jaula" para a passarela. Abs,

Deia

Suécia lança coleção de moda para presidiárias; veja
Claudia Varejão WallinDe Estocolmo para a BBC Brasil

Beckmans Designhögskola/Bertil Nordahl
Projeto de moda pode 'melhorar a auto-estima das detentas'
FOTOS: OS UNIFORMES DA PRISÃO SUECA
LEIA MAIS: NOTÍCIAS DE MODAAs penitenciárias femininas da Suécia vão aposentar os uniformes cinzas e unissex das detentas para lançar uma nova "moda-prisão", que será confeccionada pelas próprias prisioneiras sob a marca "Made in Jail" - "Feito na Prisão". A pedido do Sistema Penitenciário sueco, alunos da principal escola de design de Estocolmo, a Beckmans Designhögskola, criaram uma coleção especialmente dedicada às prisioneiras, que vão agora confeccionar os novos modelos na prisão com a ajuda de profissionais da moda. "O impacto está sendo extremamente positivo", disse à BBC Brasil o gerente do projeto na Beckmans Designhögskola, Sverker Bergström. "As prisioneiras estão entusiasmadas, e isto com certeza terá um efeito benéfico para elas", acrescentou ele. Em vez dos sombrios e amorfos uniformes, as prisioneiras passarão a ter um guarda-roupa colorido e variado. A nova coleção, apresentada esta semana na penitenciária de Färingsö, nos arredores da capital sueca, inclui saias, vestidos e conjuntos em cores como o amarelo, lilás e azul-claro. O gerente do projeto conta que 12 alunos da Beckmans Designhögskola passaram dois meses entrevistando quase cem detentas nas cinco penitenciárias femininas da Suécia, antes de desenhar a coleção. "Queríamos ouvi-las, saber o que elas gostam de vestir, ter uma noção do seu estilo. E a reação foi fantástica. As detentas diziam, "finalmente alguém pergunta nossa opinião", conta Bergström. Simplicidade Numa segunda fase, os estudantes confeccionaram uma amostra de 24 modelos de roupas, que foram então enviados às prisões para a aprovação das detentas. Os modelos são simples, e serão confeccionados em jersey e algodão orgânico. Sverker Bergström explica que a simplicidade dos modelos é importante, uma vez que as roupas serão costuradas pelas próprias prisioneiras. As roupas da coleção também possuem alguns detalhes que vão permitir às detentas fazer pequenas alterações de estilo. "Dessa forma, elas terão a possibilidade de expressar sua própria individualidade e melhorar sua auto-estima", diz o gerente.A idéia de encomendar a coleção de roupas para as detentas partiu do diretor-geral do Sistema Penitenciário da Suécia, Lars Nylén. "As roupas que as prisioneiras usam nas penitenciárias são horríveis, e não contribuem em nada para melhorar a maneira como essas mulheres vêem a si mesmas. Por isto decidimos mudá-las", diz o diretor. "Muitas das mulheres que entram na prisão estiveram envolvidas com drogas e prostituição. Elas foram altamente marginalizadas, sofrem de baixa auto-estima e normalmente estão em más condições físicas." "Estas mulheres precisam de todo o apoio possível para abandonar a criminalidade e as drogas, e transformar suas vidas. Penso que este processo pode ser auxiliado através da moda", acrescenta Nylén. A confecção da nova coleção de roupas, segundo o diretor, vai também proporcionar às detentas um novo aprendizado, que as ajudará na vida após a prisão. "Dando às detentas treinamento e um trabalho para fazer, damos também sentido aos seus dias, além de um ambiente social", destaca o diretor do Sistema Penitenciário sueco, que sob o selo "Made in Jail" estimula ainda a criação de outros produtos fabricados em linhas de produção das prisões suecas. "Elas não estarão trabalhando para os guardas ou para o governo, estarão trabalhando para si próprias, aprendendo novas atividades que poderão ser úteis no mundo exterior", acrescenta ele. A iniciativa também vai representar uma economia para os cofres da penitenciária. Segundo Lars Nylén, como as roupas serão confeccionadas com materiais simples pelas próprias prisioneiras, elas terão roupas muito melhores, por um custo inferior aos gastos com uniformes tradicionais.

Pronto.
O blog da pós Marketing no varejo foi criado!
Agora é só alimentá-lo com informações.
Até!